terça-feira, 14 de julho de 2009

SAIU DO ÁRMARIO: Cantor de boy band inglesa se assume bissexual

O cantor Duncan James, da boy band inglesa Blue, assumiu-se bissexual em entrevista ao tabloide sensacionalista "News of the World".
"Eu sou gay? Eu sou hétero? Eu sou bi? É por isso que tenho tanto medo de falar sobre isso", disse James, que já namorou celebridades como Geri Halliwell (ex-Spice Girls) e a ganhadora do Big Brother Kate Lawler. "Hoje, aos 31 anos, sei quem eu sou e tenho orgulho do que sou. Não quero mais esconder nada", completou o cantor.

Na entrevista, o cantor, que tem uma filha com a ex- namorada Claire Granger, contou que a primeira vez que se apaixonou por um homem foi há 8 anos. Desde então, só comentou o fato à ex-namorada, à sua mãe católica, e aos companheiros da banda, Simon Webbe, Lee Ryan e Anthony Costa.

"Eu achava que haveria um estranhamento, mas não houve", disse o solteiro James, que também falou que atualmente busca um relacionamento com um homem ou uma mulher. "Se eu sentir que há uma ligação forte com alguém, então saberei o que é certo para mim", falou.

Andréia Albertini, travesti do caso Ronaldo, morre aos 22 anos em SP

Foi enterrado na sexta-feira passada o corpo de Andréia Albertini, de 22 anos, travesti que ficou famosa após escândalo envolvendo o jogador de futebol Ronaldo em abril de 2008 no Rio de Janeiro.

Andréia faleceu na manhã de quinta-feira (09), na UTI de um hospital em Mauá. Segundo relato de sua mãe Sônia Maria Ribeiro ao site G1, a filha estava com pneumonia e uma tomografia havia diagnosticado meningite.

O corpo foi velado na madrugada de sexta no cemitério Santa Lídia, em Mauá, na Grande São Paulo. Há dois meses Andréia estava morando em um flat em São Paulo. A dona do flat estranhou o confinamento da travesti, que não saía há dias, e resolveu arrombar a porta. Andréia foi encontrada no sofá, sem forças para se levantar ou comer.

A mãe levou então a filha para casa e posteriormente para o hospital, depois de Andréia ter uma convulsão e perder a consciência. Sônia percebeu também que a filha estava deprimida. "Quando falava ou tossia, eu percebia que ela estava com o pulmão cheio e mal conseguia respirar", detalhou a dona de casa ao G1. Segundo ela, o médico que atendeu Andréia teria afirmado que se ela sobrevivesse, "iria ser um vegetal".

No velório, a mãe afirmou que Andréia ficaria contente com a repercussão de sua morte. "Ela ia dizer: 'O pessoal lembrou de mim'. Para Sônia o "Difícil vai ser agora que ela não vai mais tocar a campainha e dizer: 'Mãe, cheguei!'".

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Com queixas à Prefeitura, Campinas reúne 120 mil em Parada

No dia em que se comemorou os 40 anos de Stonewall, a minha cidade (Campinas, no interior de São Paulo), realizou neste domingo (28/06) a sua 9ª Parada Gay.

O espírito de transgressão, que fez com que os frequentadores do bar norte-americano reagissem contra a polícia em 1969, tomou conta dos organizadores da Parada campineira. E desta vez por causa dos banheiros químicos, que não deram conta de atender o público presente. Segundo Maria Moreno, uma das organizadoras, a Prefeitura da cidade tinha prometido 50 banheiros, mas foram disponibilizados apenas 12. No trio, antes da abertura, Moreno pediu aos participantes que não abusassem do álcool, reclamando que a Prefeitura também não havia liberado tendas de primeiros socorros, avisando ainda que, se houvesse algum tipo de emergência, eles seriam atendidos "no chão".

Moreno foi enfática ao dizer que a Prefeitura "traiu" a organização por não ter cumprido o que havia sido combinado. "Eles vieram na sexta-feira à noite avisar que a Parada tinha sofrido alguns cortes", denunciou, afirmando que o governo municipal "quer acabar com a Parada". "Mas o governo tem dia e hora para acabar, a Parada gay não", ressaltou.

Às 14h, o povo já fervia na avenida Glicério, quando Marília Moreno voltou ao microfone para mais uma vez protestar contra a Prefeitura. "Gente, acabamos de descobrir que o trio que a Prefeitura nos concedeu não toca CD", disse irritada, pedindo paciência aos presentes, que aguardavam a execução do Hino Nacional, que daria início à manifestação.

Antes da abertura oficial, ativistas locais discursaram. O primeiro a falar foi o jovem pastor Artur Pires, que denunciou um panfleto que dizia que Deus não aceitava os homossexuais. "Jesus é para todos, quem pensa o contrário deve estudar", disse o religioso. "Se nós somos filhos do demônio, então somos netos de Deus, pois o demônio é filho de Deus", ironizou Moreno.

Quem também falou foi o coordenador da Cads estadual, Dimitri Sales, para quem o dia era de celebração. "É muito bom festejar, mas não podemos esquecer dos nossos direitos", disse, pedindo ao público que votasse no abaixo-assinado pela aprovação do PLC 122. Lúcia, do grupo Aos Brados, disse que a Parada não deixaria de existir e avisou que, se a proibissem, a comunidade invadiria a avenida.
Sueli Fátima, da CUT (Central Única dos Trabalhadores), disse estar feliz com o fato de a central ter concebido o 1º Núcleo LGBT. "Os sindicatos têm que estar presentes nas Paradas", afirmou. Um dos últimos a falar foi Paulo Mariante, da ONG Identidade. "Beijem muito e façam outras coisas com camisinha", pediu o ativista, para em seguida fazer uma cobrança: "Divirtam-se e também tenham consciência dos seus direitos". Em seguida, foi executado o Hino Nacional. A música "It's raining men" iniciou oficialmente a Parada Gay de Campinas.

A manifestação contou com a participação de seis trios elétricos. De todos, o mais animado foi o carro da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) noqual eu segui até o final da parada. Já os go-go boys mais gostosos estavam no trio elétrico das casas noturnas. No mais, a Parada seguiu tranquila e divertida.

Agora, apenas uma ressalva: os 12 banheiros não foram suficientes para atender as 120 mil pessoas que compareceram ao evento, obrigando-as a fazer suas necessidades nas vias públicas. Outro momento que marcou a manifestação foi um ato contra a homofobia organizado por grupos punks. Um muro com palavras de cunho intolerante foi "derrubado" por várias pessoas o quena minha opnião foi maraaaa!!!! eheheh...

Levi's lança campanha a favor do casamento gay nos EUA

A grife Levi's acaba de lançar uma campanha a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo nos Estados Unidos.

Batizada de "White Knot", as peças da marca carregam o "Laço Branco da Igualdade", que virou símbolo do movimento e foi criado pelo consultor de mídia digital Frank Voci, em novembro de 2008, como forma de protestar contra a decisão do governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, de revogar a lei que permitia a união homossexual.
Para criar o símbolo, Frank inspirou-se no laço vermelho da campanha da Aids e no laço rosa que é símbolo da campanha do câncer de mama. Como forma de aderir à campanha, 20 lojas da grife em Nova York, Los Angeles, Chicago e San Francisco colocaram o laço branco nos manequins de suas principais vitrines e orientaram seus funcionários sobre o movimento e sua importância.

Nos EUA, a Levi's contempla a diversidade em suas campanhas e, desde 1992, oferece benefícios de saúde completos aos parceiros de união estável de seus funcionários gays.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

As 7 mentiras pra levar alguém pra cama na hora da xepa

Para alguns solteiros, bate um desespero na noite de domingo. É como se fosse a última chance no final de semana de conhecer alguém ou de apenas descolar uma transa, em geral depois das tentativas frustradas nos dias anteriores. Em muitos casos, os critérios de seleção de um parceiro vão "se flexibilizando" (ou simplesmente desaparecendo) na contagem regressiva para a manhã da insuportável segunda-feira. No sábado, todos capricham no cabelo, no figurino, no perfume, e estão dispostos a pagar os preços exorbitantes dos clubes mais badalados. No final da domingueira, vale tudo para quebrar o jejum de beijo e sexo, como se jogar em boates mais baratas, na esperança (às vezes, falsa) de um público menos exigente, mais disponível para uma brincadeira erótica.

No último domingo, fui conferir o movimento, hora a hora, de uma das principais boates daqui de Campinas. Cheguei por volta das onze horas e fiquei até 4h. No começo da noite, todos ainda tentam manter a pose: os olhares ainda são tímidos, alguns se encostam no bar e pedem apenas uma água mineral, os mictórios ainda exalam um cheiro de eucalipto, os corpos se movimentam desajeitados ao som do bate-estaca. Depois de 1h, quando a pista começa a encher e os pedidos no bar se avolumam, já se capta uma mudança no cenário. Alguns mordem o lábio, coçam a orelha, giram pela pista como um pião enlouquecido em busca de um eixo. Formam-se os primeiros casais. Já há de tudo no tabuleiro: jovens, maduros, grisalhos, barbados, crossdressers...

Com a onda indiana da novela também deu para esbarrar em grupos de fashionistas no seu "momento caminho das indias". Como sei? Primeiro, as roupas falam, desde as calças tailandesas (saruel, de pregas nos fundilhos) aos famigerados lenços indianos, peça vista como "last season", mas cada vez mais popular nos camelôs. E fashionista que se preza tem de chamar atenção para ser fotografado e postar no Orkut, blog, Facebook ou Flickr, dependendo do seu nível de envolvimento com as redes sociais da internet: isso significa que, lá pelas 2h, a pista está pegando fogo, alguns dançam enlouquecidamente, outros não conseguem parar de rir sem motivo ou de "atacar" qualquer um que faça contato visual por mais acidental que seja. Uma simples pergunta sobre as horas já é interpretada como uma cantada.

Mas só observar não adianta. É preciso ouvir as conversas para ver como funciona a paquera gay no fim da balada de domingo. Na hora da xepa de uma festa, há realmente alguém que alimenta expectativas de conseguir um namoro sério? Às 3:30h, a pista já começava a esvaziar, os casais se esfregavam nas paredes, não há mais perfume nem carão no ar, acabou o papel higiênico no banheiro, uns se apressavam para pagar a conta, e quem ainda está sozinho (ou muito bêbado) já abordava até o barman e o segurança da casa. Tic-tac, tic-tac...Nas conversas, a abordagem já é mais direta com grandes riscos de ouvir e dizer mentiras capazes de levar alguém para a cama.

Confira alguns truques comuns que escutei no papo de fim de feira.

1- O que você faz da vida?
Na hora da xepa, todos viram empresários, intelectuais, artistas, pós-graduados ou trabalham em multinacionais. Com medo dos estigmas e deduções precipitadas, muitos inventam profissões para seduzir em tempo recorde. Nem sempre se fala um absurdo. Aquele rapaz se apresenta como "sommelier", mas trabalha como garçom e deve, realmente, saber indicar pelo menos um vinho de mesa. Outros preferem usar a pronúncia gringa de suas funções ou eufemismos na ânsia de supervalorizar suas credenciais, como se o seu ganha-pão fosse 100% garantia de prazer, status e segurança. Assim cabeleireiro vira "hair stylist", vendedor de loja trabalha com "marketing" e blogueiro se diz "jornalista" (ok, aqui até se perdoa, afinal, nem diploma universitário se exige mais no país rsrssr).

2- Você é ativo ou passivo?
No domingo, um quarentão barbudo começou a noite, ao lado do bar, bem sério, não mexia um músculo nem ao som do vocal mais estridente de diva. No meio da madrugada, o maduro com cara de professor da UNICAMP era outra pessoa: já se requebrava, se atracou com um fashionista de cabelos a la Jesus Luz e, no código universal de dizer ser ativo sem uma palavra, não parava de apertar a bunda do rapaz. Nem sempre isso funciona. Por vergonha, muitos sinalizam uma coisa e, na hora do pega pra capar, o "ativão da pista" quer, na verdade, ser penetrado. A lei da oferta e da procura explica o sucesso dessa mentira. No fórum de uma comunidade do Orkut de MSN gay, contei 7 passivos para cada 3 ativos declarados. Quem paga o motel? Não adianta consultar o código do consumidor. Regras injustas, mas possíveis: "versátil" (leia-se passivo), "gosto de coisas diferentes" (em geral, barebacking, fisting ou SM)...

3- Onde você mora?
O golpe mais manjado dos classificados de imóveis é aproximar endereços de moradia a parques, shopping ou outro lugar que valorize a vizinhança. Nas horas finais da festa, todo mundo se muda, num piscar de olhos, para bairros nobres: Sumaré e Hortolândia viram Barão Geraldo; DIC e Jardim Amanda ficam no centro; Santa Mônica e Parque Primavera no Allphavile; Vila Nogueira e São Fernando viram Cambuí. O estratagema funciona quando se busca apenas uma única transa. Quem mira namoro sério não costuma distorcer esse tipo de informação. Afinal, depois, só culpar a bebida e o barulho não é uma boa desculpa para se corrigir. Infelizmente, muitos ainda consideram o CEP na caça de parceiros. Às vezes, quem mente se entrega exagerando nas vantagens da redondeza ("Bem pertinho da Prefeitura", "Dá para ver a lagoa", "Naquele prédio perto da Norte sul"). rsrssr...

4- Qual é a sua idade?
Em lugares frequentado pelo público não tão jovem, há uma unanimidade: todos nasceram no mesmo ano e sempre dizem ter 28 ou 38, por mais que os cabelos, rugas e outras referências digam o contrário. É algo antigo entre os vaidosos, mas graças aos avanços da cosmética e das cirurgias plásticas hoje se viva a todo vapor a "era das coroas assanhadas". Susana Vieira e Ana Maria Braga que o digam. Trintões e quarentões gays também preferem falar a idade de sua alma, em vez da cronológica. Mas depois das 3h da manhã, os compulsivos sexuais já recalibram seus radares, como faz um feirante baixando os preços de frutas e legumes no entardecer. Quem no início da balada azarava um gatinho de 20 e poucos anos já se satisfaz com um cinquentão de boné. Já a crossdresser que passou a noite jogando charme para o boy malhadão descamisado já se contenta com o gordinho de pochete.

5- O que você gosta de ouvir?
Sofisticar o gosto musical é outro papo típico da conquista desesperada. Fãs de ritmos brasileiros, como samba, pagode e axé, já são, ligeiramente, catalogados dentro de um perfil socioeconômico, muitas vezes equivocado. Alguns evitam revelar suas reais preferências, com receio de perder a paquera. Passam a citar artistas estrangeiros para reforçar uma imagem de eclético, cosmopolita ou "indie". Quanto mais restrito o nome, mais antenado soa. Há transas decididas após um saber o DJ preferido do outro. Nessa corrida louca para etiquetar as "vítimas", quem diz amar música clássica já ganha o selo de pretensioso ou esnobe. Para muitos, uma rápida olhada nas marcas das roupas, dos acessórios, calçado e traços como corte de cabelo e tatuagens já é suficiente para avaliar suas chances. Se usa óculos coloridos só pode gostar de new wave ou ler o Lúcio Ribeiro.

6- Como você vai para casa?
Nem adianta dizer que é dia de rodízio para justificar que está sem carro, pois realmente essa mentira deslavada não cola na madrugada. Mas os "sem-carro" sofrem um preconceito absurdo numa cidade onde o tipo de carango praticamente define sua classe social. Conheço travestis que voltam da Itália, e a primeira decisão de consumo no Brasil é comprar um veículo importado, instalar o som mais "cheguei" do mercado, dá-lhe "Destination Calabria" na madrugada. Michês e prostitutas não escondem de ninguém que, dependendo da marca do carro, a tabela de preços muda. No centrão, muitos deixam a boate no amanhecer, após o metrô abrir. Só os mais pragmáticos e maliciosos conseguem conciliar transa e carona, não necessariamente nessa ordem. Na hora do encantamento efêmero de fim de balada, o amor até pode ser cego, mas não gosta de andar de ônibus ou a pé nem gastar com táxi.

7- Quem são seus amigos?
Quem caça com amigos a tiracolo no clube tem de ficar esperto. Quanto mais gente conhecida por perto, mais fácil para ser pego no contrapé expondo seu perfil verdadeiro, se essa for sua preocupação. Prepare-se para ser julgado sumariamente com base nas suas companhias. Uma fila de banheiro já é suficiente para radiografar e desmascarar uma situação estranha. Ouvindo conversas alheias, dá para perceber que muitos dividem seus alvos em termos de açougue ("filé mignon", "carne de segunda", "bucho"). Naquele instante de agito e desejo desenfreado, tudo lembra um pôquer, um baile de máscaras. Pode até parecer bizarro, mas há gente em boates que engata uma paquera para depois tentar vender um plano de saúde, drogas ou convidar para dividir uma kitinete, distribuindo cartões e números de telefones. Não consigo identificar a hora exata em que inocência e ingenuidade se transformam em cinismo e desfaçatez. Desligue o desconfiômetro e tente aproveitar o final da festa. Se possível, não sinta raiva nem culpa por cair numa esparrela da noite. Há sempre um próximo domingão na sua agenda para encontrar ou encarnar novos personagens de mentirinha. Arrazemm!!!



"Antigamente, era mais difícil interpretar um personagem gay", diz Antonio Banderas

Em entrevista ao jornal "New York Post", o ator espanhol Antonio Banderas falou sobre a dificuldade de interpretar cenas de sexo no cinema e expôs uma interessante perspectiva do que ele aprendeu ao viver um personagem gay em "A Lei do Desejo", de Pedro Almodóvar.

"As cenas que fiz com Almodóvar nos anos 80 foram muito difíceis de interpretar", contou o ator. "Naquele momento, não era comum que atores interpretassem personagens gays. Muitos deles pensavam que se fizessem isso ficariam marcados para sempre. Me dei conta que nesta profissão havia limites, quando não deveria existir", acrescentou.

Sobre "A Lei do Desejo", onde faz um jovem obcecado pelo diretor de cinema interpretado por Eusébio Poncela, Banderas comentou: "Lembro que no filme, onde fiz um homossexual, o público estava mais preocupado com o fato de eu ter beijado outro homem na boca do que por ter matado uma pessoa. É interessante ver como as pessoas podem te perdoar por ter matado um homem, mas não te perdoam por ter beijado outro. Me deu uma visão interessante da moralidade de nosso tempo, e você percebe do que são feitos uma incrível quantidade de juízos hipócritas sobre essas coisas."

Em breve, Antonio Banderas volta às telonas com "The Code", que também tem no elenco o ator Morgan Freeman.